sábado, 25 de agosto de 2018

SUGESTÕES DA UAPIT ,LEVADO A EFEITO AO DEPUTADO FEDERAL ARNALDO FARIA DE SÁ ÀS ASSOCIAÇÕES DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS ,FEDERAÇÕES, ANAPI E COBAP


REFORMA DA PREVIDÊNCIA COMO ELA ESTA APRESENTADA E APROVAÇÃO DO PROJETO DE LEI 4434/2008 
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De: jura.campos@aasp.org.br
    
    







Para: 
dep.arnaldofariadesa@camara.gov.br

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DEPUTADO FEDERAL;

ARNALDO FARIA DE SÁ .

VOSSA EXCELÊNCIA NÃO PODERIA FALAR COM O PRESIDENTE CANDIDATO A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DE VOSSA COLIGAÇÃO QUANDO ELE FOR EFETUAR ALGUM DEBATE NA TELEVISÃO OU RÁDIO FALAR QUE ELE VAI SE COMPROMETER QUE NÃO VAI LEVAR A EFEITO A REFORMA DA PREVIDÊNCIA COMO ELA FOI APRESENTADA , ASSIM COMO, VAI FAZER ESFORÇOS JUNTO A CÂMARA DE DEPUTADOS FEDERAIS, PARA QUE VOTE E APROVE O PROJETO DE LEI 4.434/2008. A APROVAÇÃO DESSA LEI VAI COLOCAR EM CIRCULAÇÃO SÓ EM TAUBATÉ 15.000.000,00 (QUINZE MILHÕES DE REAIS ) ANUAL . ESTA AFIRMAÇÃO PODERÁ SER COMPROVADA PELO SEU FUTURO MINISTRO DA FAZENDA E DE CERTO, SE BEM COMUNICADO, ENVOLVENDO TODAS AS ASSOCIAÇÕES DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS DO BRASIL QUE PODERIA DIVIDIR POR ESTADOS E POR REGIÃO , TENHO CERTEZA QUE VAI  GERAR EM TORNO DE 20.000.0000 (VINTE MILHÕES DE VOTOS).

ATENCIOSAMENTE.


JURANDIR CAMPOS

(VICE PRESIDENTE DA UNIÃO DOS APOSENTADOS,PENSIONISTAS IDOSOS E IDOSAS DE TAUBATÉ) "UAPIT"

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

PERGUNTAS QUE DEVEM SEREM FEITAS AOS PRESIDENCIÁVEIS DURANTE O DEBATE NA TELEVISÃO E COMPROMETIMENTOS DOS CANDIDATOS A DEPUTADOS FEDERAIS .


UNIÃO DOS APOSENTADOS, PENSIONISTAS, IDOSOS E IDOSAS DE TAUBATÉ. 
                                   FUNDADA EM 14 DE DEZEMBRO DE 1985
                                             C.G.C. N° 53.321.915/0001-65
SEDE: Praça da Monção, n° 21- Taubaté - São Paulo CEP - 12.060-010-TEL. (12) 3632-8507.
                                                              e-mail :                uapt.taubate@hotmail.com;tesouraria.uapit2012@hotmail.com
                                                                                   

Sr. Presidente da ANAPI –COBAP e FAPESP- :

1- observei com bastante atenção o debate realizado na TV Bandeirante dos pré-candidatos a presidência da República que na sua maioria falaram da reforma da previdência nos moldes em que se encontram apresentadas;

2- não caberia aos movimentos dos aposentados o direito de apresentar uma pergunta aos presidenciáveis que no meu entendimento acabaria com a falácia que a previdência social pública e deficitária, assim configurada:

- se eleitos eles não irão mais prorrogar a "DRU”.  A " DRU  é uma  emenda constitucional que foi criada há 18 anos ECR Nº 01,  éra para ser de caráter temporário , mas  tem sido sempre renovada , na  última renovação foi efetuado uma modificação que passou  de 20% para 30% até o ano 2023,   permitindo  a retirada de recursos da Seguridade Social , que segundo informações do SIAFI  e da ANFIP , que desde que foi implementada  até 2023, será desvinculada da Seguridade Social ( um trilhão de reais ) que serão destinadas para outros fins e não a PREVIDÊNCIA SOCIAL; A SAÚDE E A ASSISTÊNCIA SOCIAL, hone denominada  MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME .                                                                  

3- a nível de comprometimento à votar ou indicar um  candidato a deputado Federal, nas regiões ou Estados ,  não há possibilidade dos movimentos de aposentados e pensionistas  de dividir os estados em região e  efetuarem  um compromisso para que eles NÃO PRORROGUE MAIS  A 'DRU" e  coloquem em votação o projeto de lei 4.434/2008, projeto este,  que amenizaria os anseios dos aposentados e pensionista que contribuíram acima de um salário mínimo para o INSS e que desde ,  desde de 1991 até 2000 tem uma defasagem de 32%. 

Atenciosamente.

                                                                                          JURANDIR CAMPOS
                                                                                      (Primeiro Vice-presidente da “UAPIT”).


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

SÍNTESE DOS DESTAQUES DO RELATÓRIO DA CPI DO SENADO SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

         UNIÃO DOS APOSENTADOS, PENSIONISTAS, IDOSOS E IDOSAS DE TAUBATÉ. 
                                   FUNDADA EM 14 DE DEZEMBRO DE 1985
                                       C.G.C. N° 53.321.915/0001-65
SEDE: Praça da Monção, n° 21- Taubaté - São Paulo CEP - 12.060-010-TEL. (12) 3632-8507.
UAPIT-DESTAQUES DO RELATÓRIO DA CPI DO SENADO QUE COMPROVA QUE NÃO HÁ  DEFICIT NA PREVIDENCIA SOCIAL.

- Após intenso trabalho legislativo  o Senado  Federal concluiu  o relatório que sistematiza os principais pontos abordados no âmbito da CPI da Previdência Social (CPIPREV), que examinou com profundidade a contabilidade, as fontes de custeio, os benefícios, e os aspectos controversos que envolvem a necessidade de recursos para o financiamento do sistema, especialmente o Regime Geral da Previdência Social (RGPS).
A (CPIPREV) em síntese apresentou os seguintes resultados  : 
a)              Os casos emblemáticos de sonegação e apropriação indébita que aprestam um sumidouro de recursos de quase impossível de recuperação em face da legislação vigentes. (exemplo REFIS);
b)              Em outra direção, as desonerações, isenções, desvinculações de receitas próprias e vinculadas ao sistema de seguridade social fazem decrescer os recursos destinados à proteção social eficiente e culminam por gerar um déficit absolutamente artificial quando considerados os recursos subtraídos.
c)               Apontou também, que dados oficiais demonstram que, dos 5.570 municípios brasileiros, cerca de 70% deles têm no montante repassado aos aposentados e demais beneficiários do RGPS um volume maior de recursos que o valor do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
d)              Define a previdência sobre a ótica  constitucional assim explicitado “A previdência e a nova ordem constitucional a partir de 1988 A Constituição Federal de 1988 inaugura uma nova etapa para Previdência Social, ora inscrita no âmbito do que a Carta Maior chamou Seguridade Social, constituída com base no tripé Saúde, Previdência e Assistência Social. A seguridade social reuniria assim benefícios e serviços destinados ao cidadão brasileiro, dentre os quais se destacam as aposentadorias e pensões, o auxílio-doença, o salário-maternidade, o salário-família, o auxílio-reclusão, o Sistema Único de Saúde (SUS), além dos benefícios assistenciais como Bolsa-Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), entre outros.
e)              Aponta as consequências que irão advir sobre a aprovação da reforma da previdência, assim delineado: “A PEC nº 287 está em fase de discussão na Câmara dos Deputados, já tendo sido aprovada, na forma de substitutivo, pela Comissão Especial instituída para sobre ela proferir parecer. Caso venha a ser aprovada pelo Plenário da Câmara dos Deputados e, eventualmente, pelo Senado, poderá significar o fim da Previdência Social pública, em favor de um projeto privatista para o sistema, projeto este que pode levar à perda de direitos, à redução de benefícios, bem como ao desmonte definitivo do projeto de Estado de Bem-Estar Social, em sua forma originalmente concebida pelo legislador constituinte originário.”
f)                  Evidenciou de forma cristalina a questão Sistema Previdenciário: superavitário ou deficitário e questão do papel da gestão pública da previdência assim explicitado “Esse ponto é particularmente nevrálgico”. A omissão do Estado brasileiro no que tange ao financiamento do sistema previdenciário é algo sistemático. No auge do Milagre Econômico, entre 1970 e 1973, a contribuição da União para com o sistema previdenciário chegou a 10% do total. Em uma comparação internacional envolvendo mais de 50 países, evidenciou-se que a média de participação do Estado na receita previdenciária era superior à 40% (Braga e De Paula, apud. Oliveira e Teixeira, op. cit. p. 277). Note-se ainda que, até a o final da década de 1930, a aplicação dos recursos previdenciários, mormente na construção de casas e em empréstimos aos segurados, era considerada como bastante lucrativa11F 12 . No entanto, com a gestão governamental, o leque de investimentos com recursos previdenciários passa a se estender a outros domínios, tornando-se em pouco tempo uma forma contumaz de utilização do dinheiro da previdência em grandes obras de interesse do governo. São exemplos a criação de empresas como a Companhia Siderúrgica Nacional, a Fábrica Nacional de Motores, obras como a construção de Brasília, Ponte Rio-Niterói, Rodovia Transamazônica, entre outras, que, sem proporcionarem o devido ressarcimento aos cofres previdenciários contribuíram decisivamente para a fragilização do sistema. Como registra Oliveira e Teixeira (op. cit, p. 142-145), os recursos arrecadados pelas instituições previdenciárias passaram a ser utilizados como instrumento de projetos econômicos governamentais, como a industrialização, e a canalização de reservas da Previdência se deu em grande escala, ora de forma autorizativa, ora de forma impositiva. 12 “O programa habitacional e de empréstimo da Previdência era, sem dúvida, uma aplicação das reservas com orientação ‘social’. Era, no entanto, no período em questão (1930-45), autofinanciável, lucrativo, uma forma de investimento basicamente.” (Oliveira e Teixeira, op.cit. p 89, parêntesis acrescentados). SF/17220.93080-00 Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado Federal destinada a investigar a contabilidade da previdência social 39 A própria carteira de crédito agrícola e industrial do Banco do Brasil passou a contar com recursos advindos de reservas da previdência social. A subscrição de ações de empresas como o Instituto de Resseguros do Brasil, a Cia. Nacional de Álcalis, a Companhia Hidrelétrica do São Francisco, entre outras, se deu com recursos da previdência. Outro ponto importante na esteira da apropriação dos recursos da previdência foi a implantação do mecanismo de Desvinculação das Receitas da União (DRU), que, a partir de uma interpretação, no mínimo, discutível, considera como sendo receita da União o fundo previdenciário e demais receitas da seguridade social, passando assim a dispor de um percentual desse montante para utilização em despesas do interesse do governo. A DRU, que até 2016 tinha uma alíquota de 20%, atualmente absorve 30% dos recursos de diversas rubricas do orçamento, aí incluídas as receitas da seguridade social. Cálculos da ANFIP apontam que, entre 2005 e 2015, a DRU foi responsável pela sangria de recursos de contribuições para a seguridade social da ordem de R$ 519 bilhões, em valores nominais. Há também que se registrar a leniência dos órgãos de fiscalização e controle do Governo com respeito às empresas devedoras da Previdência. A Constituição Federal, em seu art. 195, § 3º, estabelece, verbis: “A pessoa jurídica em débito com o sistema da seguridade social, como estabelecido em lei, não poderá contratar com o Poder Público nem dele receber benefícios fiscais ou creditícios.” (CF) O que se percebeu a partir dos documentos e depoimentos colhidos pela CPI da Previdência foi a prática recorrente por parte das empresas de não cumprimento suas obrigações, acumulando débitos por vezes bilionários12F 13 . De fato, a soma dos passivos das empresas junto à previdência remonta cifras da ordem de R$ 450 bilhões. Dados apresentados a esta CPI pela Procuradoria da Fazenda Nacional apontam, porém, que somente R$ 175 bilhões correspondem a débitos recuperáveis. 13 Entre os principais devedores da Previdência podemos destacar a JBS, com um passivo de R$ 2,1 bilhões, a Associação Educacional Luterana do Brasil (R$ 1,8 bilhão), Marfrig Global Foods (R$ 1,1 bilhão), Caixa Econômica Federal (R$ 1,2 bilhão), Banco do Brasil (R$ 1,1 bilhão), entre outros. SF/17220.93080-00 Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado Federal destinada a investigar a contabilidade da previdência social 40 Esse débito decorre do não repasse das contribuições dos empregadores, mas também, em muitos casos, da prática empresarial de reter a parcela contributiva dos trabalhadores, o que configura um duplo malogro, pois, além de não repassar o dinheiro à previdência esses empresários embolsam recursos que não lhes pertencem, configurando crime tipificado no art. no art. 168-A do Código Penal, introduzido pela Lei nº 9.983, de 14 de julho de 2000. Por seu turno, o Estado mantém uma postura extrema
g)               Outro ponto importante na esteira da apropriação dos recursos da previdência foi a implantação do mecanismo de Desvinculação das Receitas da União (DRU), . A DRU, que até 2016 tinha uma alíquota de 20%, atualmente absorve 30% dos recursos de diversas rubricas do orçamento, aí incluídas as receitas da seguridade social. Cálculos da ANFIP apontam que, entre 2005 e 2015, a DRU foi responsável pela sangria de recursos de contribuições para a seguridade social da ordem de R$ 519 bilhões, em valores nominais. A soma dos passivos das empresas junto à previdência remonta cifras da ordem de R$ 450 bilhões. Dados apresentados a esta CPI pela Procuradoria da Fazenda Nacional apontam, porém, que somente R$ 175 bilhões correspondem a débitos recuperáveis. 13 Entre os principais devedores da Previdência podemos destacar a JB ;
h)              Apontou a divisão orçamentária assim distribuída : É evidente a escassez de recursos para todas as rubricas orçamentárias: a Saúde executou apenas 4,14%; a Assistência Social apenas 3,05%, a Educação 3,91%; Ciência e Tecnologia somente 0,27%; Saneamento 0,01%! Por outro lado, é flagrante o privilégio na destinação de recursos para a dívida pública, que ficou com 42,43% dos recursos do orçamento geral da União em 2015. A análise de gastos selecionados do orçamento geral da União desde 1995 demonstra a contínua e crescente destinação de recursos para o pagamento de juros e amortizações da dívida.
i)                 Nas suas considerações finas assim considerou: Diante das considerações trazidas ao longo dos trabalhos da CPI, firmamos o posicionamento de que a DRU deve ser revertida integralmente, de modo a impedir futuros prejuízos às áreas financiadas pelo Orçamento da Seguridade Social e o FRGPS. Afinal, se o próprio governo defende que, nos dias atuais, os recursos retirados da Seguridade Social são integralmente repostos para garantir o custeio da Saúde, da Assistência e da Previdência Social, nada justifica a perpetuação desse mecanismo, que nasceu provisório e já perdura há mais de 20 anos. Vale mencionar que, conforme visto anteriormente, as contribuições sociais respondem por quase 94% do total de desvinculações da DRU. “
j)                   Em suas conclusão  finais  que se encontra explicitados do em 304 páginas onde lá encontra vários debates , posições do governo e outras entidades  em audiência publicas gráficos posições de juristas e parlamenteares a base do governo e os que não compõe a citada base assim contextualizou :  “Tecnicamente, é possível afirmar com convicção que inexiste déficit da Previdência Social ou da Seguridade Social, e que o eventual resultado negativo deve ser observado sobre o prisma do conjunto agregado das contas públicas, que poderá resultar em déficit ou superávit a depender do comportamento da arrecadação e da administração das despesas em um determinado exercício fiscal. Nesta ótica, são absolutamente imprecisos, inconsistentes e alarmistas, os argumentos reunidos pelo Governo Federal sobre a contabilidade da Previdência Social, cujo objetivo é aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 287, de 2016.”   
                                                               JURANDIR CAMPOS ‘

                                                                      (PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE DA UAPIT ) 

terça-feira, 10 de outubro de 2017

MATÉRIA DE INTERESSES DE APOSENTADOS , PENSIONISTAS IDOSOS E IDOSAS



PIS/Pasep: herdeiros de cotistas mortos podem sacar dinheiro em qualquer data
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Herdeiros de cotistas falecidos do fundo PIS/Pasep podem sacar o benefício em qualquer data, sem necessidade de seguir o calendário para idosos, antecipado pelo governo.

No caso do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), administrado pelo Banco do Brasil, o beneficiário legal pode consultar a existência de saldo disponível para saque no endereço eletrônico. Para isso, é preciso ter o número do CPF e a data de nascimento do cotista ou inscrição Pasep.

A consulta sobre a existência de saldo de cotas do PIS também pode ser feita pela internet. Mas é preciso ter senha para a consulta, além do número do CPF ou Número de Identificação Social (NIS) e data de nascimento.

Saque do Pasep por herdeiros

Para efetuar o levantamento dos recursos do Pasep, os herdeiros devem comparecer a uma agência do Banco do Brasil (BB) e solicitar o saque. Para isso é preciso apresentar certidão de óbito e certidão ou declaração de dependentes (beneficiários) habilitados à pensão por morte emitida pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), na qual conste o nome completo do dependente, data de nascimento e grau de parentesco ou relação de dependência com o participante falecido.

O herdeiro também pode apresentar a certidão de óbito e a certidão ou declaração de dependentes (beneficiários) habilitados à pensão por morte emitida pela entidade empregadora, para os casos de servidores públicos, na qual conste o nome completo do dependente, data de nascimento e grau de parentesco ou relação de dependência com o participante falecido.

Outra opção é levar o alvará judicial designando os beneficiários do saque. Caso o alvará não faça menção ao falecimento do participante deve ser apresentado a certidão de óbito ou ainda escritura pública de inventário, podendo ser apresentado formal de partilha dos autos de processo judicial de inventário/ arrolamento ou escritura pública de partilha extrajudicial lavrada pelo tabelião do cartório de notas.

PIS

Para liberação do Programa de Integração Social (PIS) de pessoas falecidas, é preciso comparecer a uma agência da Caixa Econômica Federal. Deverão ser apresentados o documento de identificação, o comprovante de inscrição PIS (caso os dados apresentados não permitam a identificação da conta PIS/Pasep) e o documento que comprove a relação de vínculo com o titular, como: certidão ou declaração de dependentes habilitados à pensão por morte expedida pelo INSS; atestado fornecido pela entidade empregadora (no caso de servidor público); alvará judicial designando o sucessor/representante legal; formal de partilha/escritura pública de inventário e partilha.

Saque por procuração

A Caixa lembra sobre a possibilidade de saque por procuração de beneficiário vivo, nos casos em que o titular esteja impossibilitado de comparecer a uma agência: invalidez do titular ou dependente; transferência do militar para reserva remunerada ou reforma; idoso e/ou portador de deficiência alcançado pelo Benefício da Prestação Continuada; neoplasia maligna (câncer) ou Aids do titular ou dependente; outras doenças listadas na Portaria Interministerial MPAS/MS 2.998/2001 do titular ou dependente.

Saques para os idosos

No último dia 28, o governo divulgou o calendário antecipado de saques do PIS/Pasep para os idosos. A liberação dos recursos do PIS/Pasep para cotistas idosos foi determinada pela Medida Provisória 797/2017.

A estimativa do governo federal é injetar R$ 11,2 bilhões na economia e beneficiar aproximadamente 6,4 milhões de trabalhadores cadastrados no Fundo PIS/Pasep no período de 1971 a 04 de outubro de 1988. Na época, as empresas depositavam todo mês um valor proporcional ao salário dos trabalhadores em contas vinculadas. Desde 1988, a contribuição das empresas foi destinada para o Fundo de Amparo ao Trabalhador para patrocinar o abono salarial e o seguro desemprego.

A Constituição de 1988 encerrou a distribuição de cotas individuais, mas quem foi cadastrado em um dos dois fundos até 4 de outubro de 1988 e recebeu distribuição, ainda detém esse recurso em seu nome.

Conforme o calendário de pagamento, a primeira etapa de liberação dos recursos atenderá pessoas com idade igual ou acima de 70 anos, a partir do dia 19 deste mês. Na segunda etapa, a partir de 17 de novembro, serão atendidos os aposentados, militares reformados ou da reserva. Por último, a partir de 14 de dezembro, serão atendidos mulheres a partir de 62 anos e homens a partir de 65 anos.

Para os trabalhadores que têm direito à cota do PIS e que sejam clientes da Caixa com conta corrente ou poupança individual, o crédito será realizado automaticamente dois dias antes da data de início de cada calendário. No caso dos beneficiários que não são correntistas, a Caixa disse que indicará o melhor canal para saque.

O BB também vai antecipar em dois dias a liberação dos recursos em conta para os clientes. Para os cotistas não correntistas do banco, que possuam saldo de até R$ 2,5 mil, será disponibilizada solução para permitir o envio de TED para outra instituição financeira, por meio da internet e de terminais de autoatendimento. A operação pode ser realizada sem custo para o participante, informou o banco.

Edição: Valéria Aguiar

terça-feira, 3 de outubro de 2017

ASSUNTOS A SER CONHECIDO A TODOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS DE NOSSA REGIÃO


A "UAPIT" (  União dos Aposentados, Pensionistas , Idosos e Idosas de Taubaté)  por intermédio de seu Vice Presidente,  Jurandir Campos  , abaixo,   traz a colação,   uma excelente reportagem, publicada no Boletim Informativo, editada pela nossa colega Josepha Britto, de lavra de uma nossa-co-irmã , "FAAPPA" ( Federação  das Associações dos Aposentados e Pensionistas do Estado do Pará ),   para conhecimento das Associações e Uniões :   do Vale do Paraíba,  Litoral Norte , Alto e Baixo do Tietê e Cidades Serranas.


Josepha   Britto   informa
2017 – BOLETIM  345 – 02.,10

Educação  “A experiência de vida do idoso é um livro pela sabedoria”. (Beth Guedes)

COLUNA DO APOSENTADO N° 29 – FAAPPA – Federação das Associações dos Aposentados e Pensionistas do Estado do Pará – Pres.  Emydio Rebelo Filho
Carta Aberta
Na contestação do Conselho Federal da OAB destaca-se: “A PEC-287/2016 tem sido apresentada pelo Governo sob discurso de catástrofe financeira e ‘déficit’, que não existem, evidenciando-se grave descumprimento aos artigos 194 e 195 da Constituição Federal, que insere a Previdência no sistema de Seguridade Social, juntamente com as áreas da Saúde e Assistência Social, sistema que tem sido, ao longo dos anos, altamente superavitário em dezenas de bilhões de reais. O superávit da Seguridade Social tem sido tão elevado que anualmente são desvinculados recursos por meio do mecanismo DRU (Desvinculação de Receitas da União), majorada para 30% em 2016”.
Posição   A posição do Conselho Federal da OAB vem confirmar tudo o que já publicamos sobre a reforma da Previdência, relacionada com as alegações governamentais sobre a existência de déficit no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), no qual está vinculado o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). É incoerente e insensato querer desvincular a previdência da conta Seguridade Social. A Constituição Federal é clara quando consagra no artigo 194: “A Seguridade Social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos poderes públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social”. Nada mais precisa ser dito aos reformistas.
Desmandos   Os aposentados e pensionistas não têm nenhuma culpa dos desmandos praticados com os recursos financeiros disponibilizados pelos contribuintes do Sistema Previdenciário. A responsabilidade pela crise é de quem não soube administrar ou promoveu a retirada de recursos para cobrir outras despesas, não caracterizadas como saúde, assistência social e previdência social. A conta Seguridade Social, vale repetir sempre, é superavitária, comprovando-se a afirmativa nos registros contábeis do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do Governo Federal. A Anfip, a Fundação Anfip e a Cobap, possuem todos os elementos comprobatórios e estão dispostas a dar esclarecimentos pertinentes e necessários. Se chamadas contribuirão para elucidar a questão.
Proventos   Os proventos das aposentadorias e pensões dos segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), não estão sendo reajustados a contento. Existe uma diferenciação entre os que percebem salário mínimo e aqueles que ganham acima desse valor. É uma penalização imposta pelo Governo que caracteriza a discriminação de participantes do mesmo regime previdenciário. Verifica-se, assim, um procedimento incorreto, promovendo-se a desigualdade e descumprindo-se o artigo 5º da Constituição Federal que assegura igualdade a todos os cidadãos brasileiros, sem distinção de qualquer natureza. Corrija-se o malfeito. Recursos financeiros existem. Basta aplicá-los sem a transferência para outros programas governamentais.
Desigualdade   A propósito, essa desigualdade acontece há quase três décadas, precisamente, 26 anos. Desde então reivindica-se a igualdade na aplicação dos reajustes, concedendo-se um único índice a todos os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O procedimento adotado tem proporcionado um perverso desequilíbrio financeiro, afetando, inclusive, a qualidade de vida das pessoas, dificultando a compra de medicamentos essenciais à manutenção da saúde e aquisição de alimentação adequada. Os poderes Legislativo e Executivo têm a solução do problema, aprovando o Projeto de Lei nº 4434/2008, que dispõe sobre a regularização e atualização dos proventos das aposentadorias e pensões.
Consignado   O empréstimo consignado está em evidência mais uma vez. As manchetes na mídia informam que o Governo reduziu o teto de juros no empréstimo consignado. Ao invés de atualizar os reajustes de proventos dos aposentados e pensionistas, incentiva o endividamento, beneficiando as instituições financeiras. Não existe a preocupação com a qualidade de vida do cidadão, parecendo que quanto mais empréstimos melhor solução para a crise econômica, não importando aos senhores dirigentes governamentais dos gabinetes sofisticados, a aflição dos que entraram nessa modalidade de contrato. O ministro do Planejamento precisa saber que não é com a redução de juros que o aposentado vai resolver suas finanças.
Proteção   A Lei nº 8.842, de 4 de janeiro de 1994 (Política Nacional do Idoso), completou 23 anos e a Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), 14 anos. São leis muito bem elaboradas para atender as pessoas idosas. Atribui ações governamentais, da sociedade e da família, no sentido de contemplá-las com atendimento de qualidade em todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral, assegurando-se-lhe, por lei ou outros meios, todas as oportunidades e facilidades, para preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade.

Comemoração    No dia 1º de outubro comemora-se o Dia Nacional do Idoso, coincidindo com a data de assinatura do Estatuto do Idoso. É uma data de singular significação para todas as pessoas idosas do Brasil. Que as nossas autoridades constituídas nos municípios, nos Estados e na Federação, proporcionem a esse contingente de seres que cresce, celeremente, representando, hoje, 14% da população geral, as melhores condições de vida, com aplicação do preconizado na legislação vigente. Como destaque sugerimos a inserção do ensino de conteúdos voltados ao processo do envelhecimento nos cursos formais, fundamental e médio e nas Universidades as disciplinas de Gerontologia Social e Geriatria.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

ASSUNTOS IMPORTANTES PARA CONHECIMENTOS DOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS E SOCIEDADE EM GERAL


A "UAPIT" ( UNIÃO DOS APOSENTADOS , PENSIONISTAS, IDOSOS E IDOSAS DE TAUBATÉ ) , por intermédio de seu Vice Presidente,  Jurandir Campos , leva ao conhecimento de nossas co-irmãs do Vale do Paraíba , Litoral Norte, Alto e Baixo do Tietê, e ATMAS, para suas análises e reflexões , uma matéria que considera  importante de nossa co-irmã a " FAAPPA" (  Federação das Associações dos Aposentados e Pensionistas do Estado do Pará , lançada no boletim Josepha Britto informa .   


Josepha   Britto   informa
2017 BOLETIM 339 – 04.09
COLUNA DO APOSENTADO – FAAPPA -  Federação das Associações dos Aposentados e Pensionistas do Estado do Pará -

Privatizações   Aposentados e pensionistas lembram perfeitamente do que se fez com as privatizações ocorridas na década de noventa, quando utilizou-se recursos financeiros públicos para financiar a compra de empresas com participação acionária do Governo. A publicação do jornalista econômico Aloysio Biondi, em cobertura da Editora da Fundação Perseu Abramo, nos mostrou, em detalhes, como as privatizações foram feitas entregando o patrimônio público. O jornalista, nessa publicação, com o título “O Brasil Privatizado”, nos contempla com um balanço do desmonte do Estado. Preocupa mais uma vez que fatos ocorridos no passado venham a ser repetidos com o anúncio de novas privatizações alcançando a Eletrobrás e aeroptos.
Prejuízo  Na época não havia, como hoje, segundo os governantes, recursos financeiros para ajustar as aposentadorias e pensões. No entanto, houve facilidades para a aquisição de empresas estatais disponibilizando-se recursos próprios do Estado como na compra das empresas telefônicas, em que o Governo antes de vendê-las investiu R$ 21 bilhões, em dois anos e meio. A sociedade precisa estar atenta para as novas transações que anunciam como salvação da economia brasileira. Devemos nos lembrar do aeroporto Viracopos que está sendo devolvido ao Estado pela empresa compradora. Antes a sua privatização era um ótimo negócio para a economia. E agora, quem vai arcar com o prejuízo? Os autores da tragédia?
Interesses  Os nossos representantes no Congresso Nacional, deputados federais e senadores, estão defendendo, diga-se, em causa própria a “bagatela” de R$ 3,6 bilhões para as despesas com a campanha eleitoral que se aproxima. Além dessa “insignificante” importância ainda tem R$ 810 bilhões do Fundo Partidário. Estão eles “preocupadíssimos” com a situação econômica do país e mais com os milhões de desempregados que estão pedindo socorro para poder sobreviver. Pelo procedimento dos representantes do povo, conforme consagra a Constituição Federal, observa-se a nítida intenção da defesa dos seus interesses particulares, de grupos e partidos políticos. A sociedade está fora!

Revisão   O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), está convocando os segurados para revisão do auxílio-doença. É uma prática comum proceder-se essa avaliação. A convocação está sendo efetivada através de carta dirigida ao beneficiário. É uma forma do Instituto manter atualizada a concessão desse benefício, a fim de pagar o valor do auxílio a quem de fato está na condição de beneficiário. Não deve haver receio do segurado comparecer ao chamado da Previdência Social. O comparecimento é essencial para evitar a suspensão do pagamento. Havendo a suspensão do benefício o segurado tem o direito de recorrer da decisão do INSS. Compareça às agências e evite o transtorno da suspensão.
Sonegação  A sonegação fiscal no nosso país mesmo que não seja totalmente eliminada, poderá ser evitada ao máximo, desde que os mecanismos de controle e fiscalização sejam aperfeiçoados e implantados com o rigor da legislação. Pelo que sabemos, o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda, em 2013, lançou o Sonegômetro, placar online que mede a sonegação fiscal no Brasil. Somente no primeiro trimestre de 2017, o valor sonegado estava em R$ 132,760 bilhões e, em todo o exercício de 2016, registrou o montante de R$ 571,5 bilhões, representando 9,1% do Produto Interno Bruto (PIB). E dizem que a Previdência Social é a causadora dos problemas da área econômica.
Adiantamento   O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a partir do mês de agosto começou a pagar a primeira parcela do 13º salário aos seus segurados. No Estado do Pará 656.938 pessoas receberão a metade do benefício concedido. O total de recursos financeiros importará em R$ 370,3 milhões. A região norte composta dos estados Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, está contemplada com recursos no valor de R$ 752,6 milhões. Recomenda-se que esses recursos sejam aplicados de forma a beneficiar o aposentado e pensionista com a quitação de dívidas ou aplicando em benefício próprio, jamais em gastos supérfluos. Em novembro e dezembro os segurados voltarão a receber a segunda parcela.
Transparência   Não poderemos deixar de insistir com o Governo Federal para proceder a devida transparência com os recursos financeiros arrecadados para a conta Seguridade Social, assim como indicar onde foram aplicados os saldos de superávit apresentados, a partir de 1988, com o advento da Constituição Federal. Ao que sabemos, aposentados e pensionistas, o discurso de Previdência Social deficitária é insustentável, não passa de uma falácia, assim como o “rombo” apregoado pelos defensores de uma reforma. O Poder Executivo tem a obrigação e o dever de explicar à sociedade o que na realidade houve com os recursos da Seguridade Social nos seus 28 anos de existência.
Petrolão Aposentados e pensionistas, ex-empregados da Petróleo Brasileiro S/A – Petrobrás, que ajudaram a construir o maior parque petrolífero da América Latina e patrimônio do povo brasileiro, ainda   sentem-se perplexos com os fatos degradantes acontecidos na empresa. Permitiu-se uma avalanche de impropriedades e improbidades, causando prejuízos irreparáveis e culminando com o abalo desmedido na economia nacional, prejudicando o seu desenvolvimento e concorrendo para o aumento de milhões de desempregados no Brasil. Sentem um alento quando se anuncia que os causadores dessa devastadora covardia são punidos e obrigados a devolver o que surrupiaram para si e terceiros.

Pais   “Não basta dar bens aos filhos. É preciso que os pais sejam um bem para eles  .”    (Frei Anselmo Fracasso)


sexta-feira, 11 de agosto de 2017

PUBLICAÇÃO DE UMA CO-IRMÃ QUE BEM SEDIMENTA OS ACONTECIMENTOS RELATIVOS A SEGURIDADE SOCIAL


Comunicado de nossa co-irmã em que  a " UAPIT"  ( UNIÃO DOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS IDOSOS E IDOSAS  DE TAUBATÉ ) considera de  relevante importância para conhecimento de  todos aposentados e pensionistas  e neste sentido, publica em seu blog , por intermédio de seu  Vice Presidente JURANDIR CAMPOS .


 APOSENTADO – FAAPPA -   Federação das Associações dos Aposentados e Pensionistas do Estado do PARÁ – Pres.: Emydio Rebelo Filho – 23.06
Consciência  Os aposentados e pensionistas tem plena consciência do erro que as autoridades defensoras de uma reforma da previdência social estão cometendo. O Regime Geral de Previdência Social (RGPS), no qual está vinculado o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), tem suporte financeiro suficiente para arcar com todas as despesas decorrentes do pagamento de benefícios previdenciários. Não é possível que os responsáveis pelo Sistema Previdenciário estejam cegos e não vejam que os recursos financeiros arrecadados na conta Seguridade Social, tem saldo superavitário de excepcional monta, cumprindo, exatamente, o que está consagrado na Constituição Federal: artigos 193 a 203.
Reforma  Os promotores da reforma, antes de qualquer iniciativa, deveriam conhecer, em detalhes, o que nos dizem os auditores fiscais nas análises anuais publicadas e divulgadas, amplamente, para conhecimento de toda a sociedade. São informações que contradizem a falácia governamental de que a Previdência Social é deficitária, insustentável e poderia ir à falência por falta de recursos financeiros. A Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) e Fundação Anfip, assim como a Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), estão prontas e habilitadas para mostrar a nossa realidade. Que sejam consultadas.
Seguridade  Como vimos acompanhando toda a trajetória da Seguridade Social, a partir da sua criação com a Constituição Federal de 1988 e baseados nos importantes e reais informes da Anfip, Fundação Anfip e Cobap, podemos afirmar aos promotores reformistas que a nossa conta sempre foi superavitária. A retirada de recursos para ocorrer cobertura de outras despesas que não as definidas como saúde, assistência social e previdência social, é que causam a falácia de rombo e déficit. Nos 28 anos da Carta Magna, pelo que nos informam os auditores fiscais, a média de retiradas anualmente foi de R$50,9 bilhões. Ao todo importa no valor astronômico de mais de R$1,4 trilhão.
Transparência  Está faltando, por parte dos governantes, divulgar, com a devida transparência, a arrecadação e os gastos da nossa conta Seguridade Social, de acordo com os registros contábeis do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), do Governo Federal. A campanha da reforma até agora não fez a demonstração. Apenas diz que é uma ação necessária para se alcançar o equilíbrio da economia, cujos desmandos irresponsáveis não são de responsabilidade do contribuinte que cumpriu suas obrigações e deveres para com o Estado, almejando ao sair do mercado de trabalho uma aposentadoria digna e merecedora pelo esforço que fez em dezenas de anos.
Comissão  A Comissão Parlamentar de Inquérito da Previdência Social, recentemente instalada, espera-se, deverá desvendar toda essa situação de calamidade que o governo passa para a sociedade, pertinente ao Sistema Previdenciário. Não podemos ter duas informações. Temos que ser informados da realidade. Não basta dizer que a reforma tem que acontecer, sem que sejamos muito bem esclarecidos. A sociedade está ávida por informações corretas e que não causem dúvidas. A má gestão administrativa tem que ser corrigida para evitar que os cofres do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sejam alcançados por ações de fraudes e outras formas de procedimentos irregulares.
Desvinculação A retirada de recursos financeiros do Orçamento da Seguridade Social para outros programas de governo tem que ser coibida. Os recursos disponibilizados nesse orçamento devem ser exclusivos para atender saúde, assistência social e previdência social, respectivamente, conforme determina a Constituição Federal. A Desvinculação de Receitas da União (DRU), permitida pelo Congresso Nacional, é um artifício aprovado pelos deputados federais e senadores em Projetos de Lei propostos pelo Poder Executivo, a fim de atender demandas de órgãos diversos, inclusive a Câmara dos Deputados e o Senado Federal. Com isso se caracteriza um prejuízo irreparável para os compromissos da Seguridade Social.
Violência  Dia 22, quinta-feira passada, na Câmara Municipal de Belém, por proposta do vereador Henrique Soares, PDT-PA, foi realizada Sessão Especial, em decorrência do Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa. Ações como essa demonstram o interesse que vem acontecendo para minimizar os efeitos da violência que sofrem as pessoas idosas, nos lares, nas ruas, nos transportes e outros modos de agressão, incluindo-se a violência institucional. Os órgãos representativos desse segmento social e as autoridades presentes, demonstraram um vivo e comovente interesse na solução e providências que poderão advir com medidas eficazes de curto prazo, observando-se o preconizado no Estatuto do Idoso e na Lei de Política Nacional do Idoso.
Exemplo   O exemplo para a quitação das dívidas para com a Previdência Social, deveria partir dos nossos representantes no Congresso Nacional, deputados federais e senadores. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, através de sua Coordenação-Geral de Estratégias de Recuperação de Créditos, divulgou a relação dos devedores. É um número significativo de parlamentares vinculados a pessoas jurídicas devedoras da Previdência Social. De acordo com a publicação os deputados devem o montante de R$218.035,246,00 e os senadores R$154.819.607,60, totalizando o “ínfimo” valor de R$372.854.853,60. Vamos quitar?


Educação     “A educação é a arma mais poderosa que podemos usar para transformar o mundo”.      (Nelson Mandela).